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Durante o pedal, você sabe frear corretamente?

Para obter uma boa frenagem, é necessário estar com os pneus em dia, bons freios, boas rodas e, principalmente, manter o conjunto sempre limpo e bem regulado.

O ideal é frear sempre nas retas, para obter a maior tração possível do conjunto e nossos dedos devem estar nas pontas dos manetes, e não no meio, pois com isto temos mais força de alavanca e, portanto, menos desgaste físico.

Em termos de terreno, o ideal é sempre dar prioridade para frear em terreno mais seco e firme. Ou seja, em dias de chuva ou garoa, devemos diminuir nossa velocidade e sempre procurar antecipar as reações dos outros veículos em nosso entorno. Se estiver pedalando na terra, escolha a parte mais seca do solo, com menos vegetação e umidade. Acredite: isto pode fazer toda a diferença entre “tomar um chão” ou não!

O excesso de frenagem também pode provocar acidentes. Assim como nos veículos a motor, o ideal é trabalhar com as marchas e com a velocidade, freando o mínimo possível. Com a experiência, percebemos que cada lugar tem a sua velocidade. E, ao trabalharmos desta maneira, poupamos os componentes da bike.

 

 

Pedalar à noite é uma ótima saída para quem deseja fugir do calor intenso dos dias de verão, ou até mesmo para quem não tem outro horário disponível. Embora esse tipo de pedal seja empolgante, é essencial que você tome alguns cuidados em relação à sua segurança!

Por isso separamos aqui 5 dicas para você considerar na hora de fazer o seu pedal noturno! Confira:

1 - Melhore a sua sinalização;

2 - Melhore a iluminação da sua bicicleta;

3 - Planeje o seu trajeto antecipadamente;

4 - Prefira pedalar em grupo;

5 - Use óculos especiais [com lentes âmbar antiofuscantes].

Fonte: https://goo.gl/Z6ZJa9

O pedal, seja na cidade ou em trilhas, exige segurança. E como a cabeça é a parte mais sensível do corpo, é necessário protegê-la muito bem. Por isso trouxemos algumas dicas para você acertar na hora de comprar o seu capacete e pedalar sem medo e em segurança!

MATERIAL: O material predominante de qualquer capacete de bike é o isopor. Por fora, os capacetes são revestidos em plástico ou outro material, como a fibra de carbono. A função dessa ‘capa’ do isopor é receber primeiro a pancada e diminuir a carga de impacto que o isopor vai absorver.

VENTILAÇÃO: Capacetes de bike devem ter o mínimo de ventilação! As aberturas em cima e nas laterais de um capacete devem oferecer uma boa passagem de ar.

DESIGN: O design de um capacete de bike não deve ser o melhor só na aparência. Mas sim, a forma como ele se encaixa em sua cabeça deve proteger todo o formato do crânio, desde a testa até a nuca.

SISTEMAS DE AJUSTES: Essa parte do capacete é tão importante quanto sua construção, afinal é ela que vai travá-lo em sua cabeça. Um bom capacete conta sempre com ajustes nas partes traseira, laterais e frente.

TAMANHO: Os tamanhos do capacete seguem o padrão de pequeno, médio e grande. O ideal é que ao colocar o capacete, ele se encaixe sem folgas, mesmo sem fazer ajustes.

PESO: O peso de um capacete é igual à soma das gramas de todos esses itens anteriores. Capacetes leves são sempre melhores porque poupam seu pescoço do desgaste físico.

 

Fonte: https://blog.bikeregistrada.com.br/tudo-sobre-capacetes-de-bike/ 

Engana-se quem acredita que quanto mais cheio o pneu, mais a bicicleta vai render.

O pneu precisa absorver as irregularidades do solo, oferecer tração e ao mesmo tempo manter o conforto para o ciclista.

Quando for calibrar o seu pneu, considere o tipo e tamanho do mesmo, peso do ciclista e bicicleta somados, e as condições do terreno.

Uma bicicleta com o pneu muito cheio tende a perder contato com o solo em trechos irregulares e nas curvas.

Um pneu muito murcho terá maior resistência de rolamento, mas pode sair do aro durante as curvas. Este é um problema particular com pneus largos em aros estreitos.

Fique atento aos detalhes e faça um pedal em segurança! ;)